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Quem somos

O Canto da Cidade é um desk de cultura dedicado a Salvador. Nascemos da inquietação de duas repórteras que cansaram de ver a capital baiana reduzida a clichê: axé na orla, igreja no cartão-postal, carnaval em fevereiro e silêncio no resto do ano. A cidade é mais vasta, mais contraditória e mais interessante do que esse recorte.

Publicamos reportagens longas, com tom narrativo e presença de rua. Nossas pautas orbitam cinco eixos: música e festas, culinária baiana, patrimônio, comunidades tradicionais e arte urbana. Não somos guia turístico, não vendemos experiência nem recebemos comissão de estabelecimento. Somos jornalismo cultural independente — pequeno, mas comprometido com a precisão e com as vozes de quem vive o que descrevemos.

Como trabalhamos

Cada texto começa com escuta. Visitamos o lugar, conversamos com moradores, artistas, cozinheiras, mestres de capoeira, grafiteiros, pesquisadores e quem mais fizer sentido para a história. Cruzamos memória oral com documentos quando necessário, mas evitamos o tom de teses acadêmicas. Preferimos o relato que respira — sem perder o rigor factual.

Não usamos rastreadores de terceiros no site. Não publicamos conteúdo patrocinado disfarçado de reportagem. Quando cometemos erro — e acontece —, corrigimos com transparência e registramos a alteração. Nossa política editorial completa está disponível para leitura.

A equipe

Ana Menezes cobre música, festas e arte urbana. Cresceu no Rio Vermelho e aprendeu cedo que a cidade se entende caminhando de noite. Pedro Santana escreve sobre culinária, patrimônio e comunidades. É filho de recôncavo e traz para o desk a atenção aos saberes que atravessam gerações.

Somos um time enxuto. Isso significa que nem toda esquina de Salvador terá reportagem amanhã — mas significa também que cada texto publicado passou por mãos que conhecem o contexto, revisaram fatos e se importam com o que está na página.

O que nos move

Acreditamos que cultura não é suplemento domingo — é infraestrutura emocional da cidade. Quando um terreiro fecha, quando uma barraca de acarajé perde o ponto, quando um mural é apagado sem consulta, algo se perde que não volta com reforma de calçada. Por isso insistimos em narrativa longa, em ouvir antes de escrever e em tratar Salvador como lugar vivo, não como cenário.

Fale conosco

Sugestões de pauta, correções ou parcerias editoriais: [email protected]. Também temos formulário de contato. Lemos tudo; nem sempre conseguimos responder a todas as sugestões, mas cada mensagem entra na nossa lista de escuta.

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